Você já passou por isso?
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quarta-feira, 20 de agosto de 2014
segunda-feira, 21 de julho de 2014
Esboço da mensagem "Rompendo com o passado" - Gn 25.24-26
Gn 25.24-26 (contexto = cap 25 a 33)
24 Cumpridos que foram os dias
para ela (Rebeca – esposa de Isaque) dar à luz, eis que havia gêmeos no seu
ventre.
25 Saiu o primeiro, ruivo,
todo ele como um vestido de pelo; e chamaram-lhe Esaú.
26 Depois saiu o seu irmão,
agarrada sua mão ao calcanhar de Esaú; pelo que foi chamado Jacó (que significa
suplantador)
Assunto do contexto:
A biografia
de Jacó, filho de Isaque, que desde o seu o nascimento carregava um estigma por
causa do seu nome, que mereceu por que tirou vantagem do seu irmão e depois
enganou seu pai, porém passou por um processo divino de 20 anos, no qual Deus
rompeu com esta marca maldita.
Assunto da
mensagem:
“Deus liberta o seu servo do estigma maldito transformando
sua história.”
Pergunta de
transição:
“Como Deus opera esta metamorfose na vida do
seu servo?”
Resposta
formulando um tema com a palavra chave “ferramentas”:
Deus opera
esta mudança na vida do seu servo
utilizando-se de 5 poderosas ferramentas.
Divisões
principais:
1ª) A ferramenta da motivação.
Quando nosso
mundo desaba o Senhor se revela a nós com promessas de bênçãos.
2ª) A ferramenta da injustiça
humana.
Senhor
permite que soframos injustiças para que perseveremos na nossa sinceridade.
3ª) A ferramenta da indignação.
O Senhor utiliza a nossa
indignação perante a injustiça humana para nos
levar à uma atitude.
4ª) A ferramenta da oportunidade.
O Senhor coloca a chave da mudança em nossa mão, cabendo a nós
distingui-la e utilizá-la, e assim
começarmos um tempo de colheita.
5ª) A ferramenta do fechamento das portas.
É o sinal divino que chegou a
hora da libertação da nossa velha história,
através da resolvermos o nosso
passado.
Conclusão da
mensagem:
Rompendo com
o passado!
1) Para
resolvermos o nosso passado, temos que depender totalmente do Senhor:
- Clamar até Ele nos responder.
- Confessar quem somos realmente.
2) Quando
confessamos quem realmente somos:
- O Senhor
rompe as cadeias que nos prendiam ao
passado!
- O Senhor apaga o nosso passado
e nos dá uma nova trajetória em liberdade!
ROMPA COM O SEU PASSADO:
Reconheça e confesse todas as suas
imperfeições e erros cometidos;
- E assim, ouça o Senhor mudando
o seu nome e a sua história, HOJE!
Paulo Grigório
- 20/07/2014 – Igreja Unida Erm Matarazzo
domingo, 13 de julho de 2014
Relação de palavras-chave
Graça e paz!
Estou postando uma relação com 50 palavras-chave - não é uma lista exaustiva, mas acredito que no estágio em que está o curso, não seria interessante ter um número elevado, pois poderia confundir o aluno - é melhor começar a treinar com um número menor.
acontecimentos ações advertências
afirmações atitudes bençãos benefícios causas critérios doutrinas efeitos elementos ensinos erros
evidências exemplos funções garantias idéias
ilustrações instrumentos itens juízos lições leis
manifestações meios métodos motivos necessidades nomes objetivos ordens palavras partes passos pontos pecados pensamentos
perigos problemas provas razões regras respostas segredos tipos tópicos verdades virtudes.
Aconselho você a exercitar, no início, treinando com estas 5 palavras-chaves: atitudes, bênçãos, lições, efeitos e manifestações.
Os temas mais fáceis são aqueles elaborados com a palavra-chave "lições" - e seus sinônimos "verdades", "doutrinas", "idéias" e "ensinos" - experimente e comprove!
Eu julgo muito fraco, o tema com as palavras-chave "pontos" e "tópicos", por serem muito genéricos. Mas, em uma emergência, você consegue montar rapidamente uma mensagem com estas palavras chaves.
Lembre-se:
1 - Utilizar uma palavra-chave que combine com o assunto, para formar um tema bíblico;
2 - A palavra-chave é utilizada no tema no plural, e no singular em cada divisão principal.
Um abraço, bom proveito das lições!
Não deixe de comentar e compartilhar aqui no blog!
Paulo Grigório
sábado, 5 de julho de 2014
BOA DICÇÃO É FUNDAMENTAL
A
boa dicção, ou seja, a pronúncia inteligível de cada palavra, é
essencial para a boa comunicação, especialmente em público. É
irrelevante elaborar corretamente um esboço, preparando uma
excelente mensagem, se os ouvintes não conseguirem compreender as
palavras do pregador. Quando isto acontece, o auditório tende a se
distrair, e até mesmo a se enfadar, pois torna-se uma experiência
desconfortável.
Por
isso, o bom pregador deve dar especial atenção à sua dicção.
Para tanto, é bom gravar sua pregação, para ouví-la depois,
detectando se suas palavras são facilmente compreendidas. Melhor
ainda submeter a pregação ( ou sua gravação) a análise de outras
pessoas próximas, insistindo em que sejam absolutamente sinceras em
suas avaliações.
Alguns
erros comuns, que devem ser corrigidos:
1
– Falar rápido demais, aglutinando as palavras – o final de uma
junta-se ao início da seguinte;
2
– Falar sem respirar, até ficar sem fôlego, e inspirar
ruidosamente – isto chega a provocar uma angústia em quem ouve;
3
– Falar lento demais, com longas pausas, enquanto se pensa no que
vai falar - levando quem ouve à distração e à sonolência;
4
– Perder-se no esboço, tendo que ficar procurando o ponto em que
está – provavelmente porque o esboço não está redigido
corretamente (falaremos mais à frente como redigir corretamente o
esboço);
5
– Preencher as pausas com sons, tipo “ahnnnnn”, “ééééééhhh”
- quando o correto é, simplesmente, silenciar nas pausa;
6
– Gritar, ou falar baixo de mais, o tempo todo – quando o
correto é pontuar a pregação, com momentos em voz baixa, e outros
em voz alta, sem cometer exageros, sempre utilizando um volume, nem
muito baixo ou muito alto, de tal maneira que todos consigam ouvi-lo
sem desconforto;
7
– Voz monótona, tipo “robozinho” - o bom pregador sabe
transmitir o sentimento de cada momento da pregação, em harmonia
com o significado de cada frase;
8
– Sibilar ao pronunciar os sons de esses (s);
9
– Voz aguda ou grave demais – deve-se equalizar o equipamento de
som para o seu timbre, de modo que não seja agressivo;
10
– Dificuldade em pronunciar certos sons, consequentemente, não
conseguindo pronunciar corretamente as palavras.
Os
problemas de dicção são corrigidos por exercícios simples, tais
como praticar “trava-língua”, do tipo: “um prato de trigo para
três tigres tristes”; também exercícios como estalar e vibrar
língua; e outros. Descobri este vídeo no youtube da fonoaudióloga
Luciane Sagrette, com excelentes exercícios que você pode acessar clicando neste link:
http://youtu.be/iOMLT3jpMX0
Também as vídeo-aulas da fonoaudióloga Leni Kyrillos, da revista VOCE S/A em
http://youtu.be/DgWl_WedNGg
Estes exercícios são muito úteis.
http://youtu.be/iOMLT3jpMX0
Também as vídeo-aulas da fonoaudióloga Leni Kyrillos, da revista VOCE S/A em
http://youtu.be/DgWl_WedNGg
Estes exercícios são muito úteis.
Caso
você apresente problemas mais sérios de dicção, não se
desespere: procure a ajuda de um profissional em fonoaudiologia, e você irá se surpreender com os excelentes resultados que alcançará!
Paulo Grigório
quarta-feira, 2 de julho de 2014
PREGAÇÃO - MEIO DE COMUNICAR-SE A PALAVRA DE DEUS
A pregação deve ser um meio de comunicar a Palavra de Deus aos ouvintes. Para tanto, deve ser fruto de uma correta interpretação bíblica, através de uma boa hermenêutica, que esteja alicerçada numa saudável base teológica. Seu propósito principal é que a Palavra de Deus seja colocada em prática. Se a vida do pregador e da Igreja não experimentam mudanças, progresso e renovação, alguma coisa está errada, conforme já vimos em I Ts 2:13
A pregação hoje enfrenta uma concorrência desleal dos meios de comunicação em massa, que nos bombardeiam com cem mil mensagens por dia, viciando esta geração ao show de imagens e sons,de tal maneira que sente grande dificuldade para ouvir uma preleção. Diante deste fato, a pregação atual precisa ter algumas características, para poder atrair e manter a atenção da igreja:
(1) A pregação deve identificar-se com aqueles que a ouvem, através da linguagem comum, e de temas que falem à razão e às emoções destes, relacionando-se com o seu ambiente e com a sua cultura, bem como ao momento social que estão vivendo.
(2) A pregação não deve focalizar a ação de Deus no passado, nem ser um discurso de idéias sobre Deus, mas uma confrontação dos ouvintes com o próprio Deus, hoje, através da Sua Palavra.
(3) A pregação deve conter ilustrações e comparações, que levem os ouvintes a visualizarem os conceitos que estão sendo expostos.
(4) A pregação, de uma forma vital, necessita ter objetivos práticos e reais para aqueles que a ouvem.
Paulo Grigório
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quarta-feira, 25 de junho de 2014
PREGAÇÃO EXPOSITIVA
ENCONTREI ESTA EXCELENTE MATÉRIA, E QUERO POSTÁ-LA AQUI:
O que é pregação expositiva? Um sermão é expositivo quando o seu conteúdo e propósito são controlados pelo conteúdo e propósito de uma passagem específica da Escritura. O pregador diz o que a passagem diz, e ele almeja que o seu sermão efetue em seus ouvintes exatamente o que Deus está buscando efetuar por meio da passagem escolhida de sua Palavra.
Pregador, imagine Deus sentado na congregação enquanto você prega. Qual seria a expressão na face dele? Ele diria: “Isso não é de modo algum o que eu queria comunicar com aquela passagem”? Ou ele diria: “Sim, era exatamente isso o que eu pretendia”?
A defesa bíblica da pregação expositiva começa com a conexão entre o dom dos pastores-mestres que o Cristo assunto deu à igreja (Ef 4.11) e a injunção bíblica para que os pastores-mestres “preguem a palavra” (2Tm 4.2). Aqueles que pregam deveriam pregar as suas Bíblias.
Talvez o melhor ponto de partida para demonstrar que é legítimo identificar a pregação e a pregação da Palavra seja o livro de Atos. Em Atos, a expressão “a palavra de Deus” é um resumo comum para designar o conteúdo da pregação apostólica. Em Atos 6.2, por exemplo, os apóstolos dizem: “Não é razoável que nós abandonemos a palavra de Deus” (veja também At 12.24; 13.5, 46; 17.13; 18.11). A expressão também aparece frequentemente como “a palavra do Senhor” (8.25; 13.44; 15.35-36; e outras) e, não poucas vezes, é reduzida para “a palavra” (cf. 4.29; 8.4; 11.19). No livro de Atos, há uma clara e consistente identificação entre a pregação apostólica e a expressão “a palavra de Deus”.
Ao mesmo tempo em que o conteúdo da pregação apostólica eram as boas novas de reconciliação com Deus por meio de Cristo Jesus, tal mensagem era entregue e explicada quase invariavelmente por intermédio de uma exposição da Escritura do Antigo Testamento. Assim, a pregação nos tempos do Novo Testamento envolvia a pregação da “palavra de Deus”, e um componente essencial de tal pregação era a exposição do Antigo Testamento. Isso, por sua vez, nos conduz à conclusão de que as Escrituras do Antigo Testamento devem estar inclusas na nossa concepção da “palavra” a ser pregada, uma conclusão confirmada pelas reivindicações do Novo Testamento, tanto diretas (p. ex. 2Tm 3.16; Rm 3.2) como indiretas (p. ex. Rm 15.4).
Então, essa “palavra” é a palavra acerca de Jesus, tal como antecipada no Antigo Testamento e agora explicada na pregação apostólica. Essa é a palavra que é “falada” (At 4.29), “proclamada” (13.5) e que deve ser “recebida” (17.11) como “a palavra de Deus”. Essa mesma identificação é mantida ao longo das cartas de Paulo. Sem hesitação, ele chama a mensagem por ele proclamada de “a palavra de Deus” (2Co 2.17; 4.2; 1Ts 2.13) ou, simplesmente, “a palavra” (Gl 6.6).
Até mesmo no contexto da incumbência dada por Paulo para que Timóteo “pregasse a palavra”, há uma confirmação dessa identidade entre pregar e pregar a palavra de Deus. Timóteo teria compreendido imediatamente a que “palavra” Paulo se referia. Como a biografia de Timóteo realça, a “palavra” certamente incluía tanto as “sagradas letras” como a mensagem apostólica – “Tu, porém, permanece naquilo que aprendeste e de que foste inteirado, sabendo de quem o aprendeste” (2Tm 3.10-17).
A conclusão de tudo isso é que a “palavra” a qual devemos pregar é o corpo da verdade que consiste nas Escrituras do Antigo Testamento e no ensino apostólico acerca de Cristo – isto é, o Novo Testamento. Assim, identificar a “palavra” com as nossas Bíblias é apropriado. É isso que aqueles comissionados como “pastores-mestres” devem ensinar. O nosso trabalho é proclamar “a palavra” que Deus falou, preservada na Escritura e confiada a nós. A vida espiritual do povo de Deus depende dessa palavra (Dt 8.3). É por isso que um jovem pastor é encarregado de “dedicar-se à leitura pública da Escritura, à exortação e ao ensino” (1Tm 4.13, NVI). Se esse encargo contém algum apelo a nós hoje, e ele o contém, então a fonte da nossa pregação deve ser inteira e exatamente o que está em nossas Bíblias.
Como isso se dá na prática? Em nossa preparação do sermão, isso se dá quando tomamos passagens definidas da Palavra de Deus e as estudamos cuidadosamente, de modo a podermos “manejar bem a palavra da verdade”. No púlpito, isso se dá de modo semelhante à imagem que vemos em Neemias 8.8: “Leram no livro [...] claramente, dando explicações, de maneira que entendessem o que se lia”. Deus planejou e também prometeu usar esse tipo de pregação para executar um dos seus grandes propósitos – ajuntar e edificar o seu povo.
Por Mike Bullmore, pastor sênior da CrossWay Community Church em Kenosha, Wisconsin, EUA.
Extraído do site www.9marks.org. Copyright © 2007 9Marks. Usado com Permissão. Original: A Biblical Case for Expositional Preaching
Tradução: Vinícius Silva Pimentel – Editora Fiel © Todos os direitos reservados. Original: Uma Defesa Bíblica da Pregação Expositiva (Mike Bullmore)
FONTE: http://voltemosaoevangelho.com/blog/2013/04/uma-defesa-biblica-da-pregacao-expositiva-mike-bullmore/
Marcadores:
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