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quarta-feira, 25 de junho de 2014
PREGAÇÃO EXPOSITIVA
ENCONTREI ESTA EXCELENTE MATÉRIA, E QUERO POSTÁ-LA AQUI:
O que é pregação expositiva? Um sermão é expositivo quando o seu conteúdo e propósito são controlados pelo conteúdo e propósito de uma passagem específica da Escritura. O pregador diz o que a passagem diz, e ele almeja que o seu sermão efetue em seus ouvintes exatamente o que Deus está buscando efetuar por meio da passagem escolhida de sua Palavra.
Pregador, imagine Deus sentado na congregação enquanto você prega. Qual seria a expressão na face dele? Ele diria: “Isso não é de modo algum o que eu queria comunicar com aquela passagem”? Ou ele diria: “Sim, era exatamente isso o que eu pretendia”?
A defesa bíblica da pregação expositiva começa com a conexão entre o dom dos pastores-mestres que o Cristo assunto deu à igreja (Ef 4.11) e a injunção bíblica para que os pastores-mestres “preguem a palavra” (2Tm 4.2). Aqueles que pregam deveriam pregar as suas Bíblias.
Talvez o melhor ponto de partida para demonstrar que é legítimo identificar a pregação e a pregação da Palavra seja o livro de Atos. Em Atos, a expressão “a palavra de Deus” é um resumo comum para designar o conteúdo da pregação apostólica. Em Atos 6.2, por exemplo, os apóstolos dizem: “Não é razoável que nós abandonemos a palavra de Deus” (veja também At 12.24; 13.5, 46; 17.13; 18.11). A expressão também aparece frequentemente como “a palavra do Senhor” (8.25; 13.44; 15.35-36; e outras) e, não poucas vezes, é reduzida para “a palavra” (cf. 4.29; 8.4; 11.19). No livro de Atos, há uma clara e consistente identificação entre a pregação apostólica e a expressão “a palavra de Deus”.
Ao mesmo tempo em que o conteúdo da pregação apostólica eram as boas novas de reconciliação com Deus por meio de Cristo Jesus, tal mensagem era entregue e explicada quase invariavelmente por intermédio de uma exposição da Escritura do Antigo Testamento. Assim, a pregação nos tempos do Novo Testamento envolvia a pregação da “palavra de Deus”, e um componente essencial de tal pregação era a exposição do Antigo Testamento. Isso, por sua vez, nos conduz à conclusão de que as Escrituras do Antigo Testamento devem estar inclusas na nossa concepção da “palavra” a ser pregada, uma conclusão confirmada pelas reivindicações do Novo Testamento, tanto diretas (p. ex. 2Tm 3.16; Rm 3.2) como indiretas (p. ex. Rm 15.4).
Então, essa “palavra” é a palavra acerca de Jesus, tal como antecipada no Antigo Testamento e agora explicada na pregação apostólica. Essa é a palavra que é “falada” (At 4.29), “proclamada” (13.5) e que deve ser “recebida” (17.11) como “a palavra de Deus”. Essa mesma identificação é mantida ao longo das cartas de Paulo. Sem hesitação, ele chama a mensagem por ele proclamada de “a palavra de Deus” (2Co 2.17; 4.2; 1Ts 2.13) ou, simplesmente, “a palavra” (Gl 6.6).
Até mesmo no contexto da incumbência dada por Paulo para que Timóteo “pregasse a palavra”, há uma confirmação dessa identidade entre pregar e pregar a palavra de Deus. Timóteo teria compreendido imediatamente a que “palavra” Paulo se referia. Como a biografia de Timóteo realça, a “palavra” certamente incluía tanto as “sagradas letras” como a mensagem apostólica – “Tu, porém, permanece naquilo que aprendeste e de que foste inteirado, sabendo de quem o aprendeste” (2Tm 3.10-17).
A conclusão de tudo isso é que a “palavra” a qual devemos pregar é o corpo da verdade que consiste nas Escrituras do Antigo Testamento e no ensino apostólico acerca de Cristo – isto é, o Novo Testamento. Assim, identificar a “palavra” com as nossas Bíblias é apropriado. É isso que aqueles comissionados como “pastores-mestres” devem ensinar. O nosso trabalho é proclamar “a palavra” que Deus falou, preservada na Escritura e confiada a nós. A vida espiritual do povo de Deus depende dessa palavra (Dt 8.3). É por isso que um jovem pastor é encarregado de “dedicar-se à leitura pública da Escritura, à exortação e ao ensino” (1Tm 4.13, NVI). Se esse encargo contém algum apelo a nós hoje, e ele o contém, então a fonte da nossa pregação deve ser inteira e exatamente o que está em nossas Bíblias.
Como isso se dá na prática? Em nossa preparação do sermão, isso se dá quando tomamos passagens definidas da Palavra de Deus e as estudamos cuidadosamente, de modo a podermos “manejar bem a palavra da verdade”. No púlpito, isso se dá de modo semelhante à imagem que vemos em Neemias 8.8: “Leram no livro [...] claramente, dando explicações, de maneira que entendessem o que se lia”. Deus planejou e também prometeu usar esse tipo de pregação para executar um dos seus grandes propósitos – ajuntar e edificar o seu povo.
Por Mike Bullmore, pastor sênior da CrossWay Community Church em Kenosha, Wisconsin, EUA.
Extraído do site www.9marks.org. Copyright © 2007 9Marks. Usado com Permissão. Original: A Biblical Case for Expositional Preaching
Tradução: Vinícius Silva Pimentel – Editora Fiel © Todos os direitos reservados. Original: Uma Defesa Bíblica da Pregação Expositiva (Mike Bullmore)
FONTE: http://voltemosaoevangelho.com/blog/2013/04/uma-defesa-biblica-da-pregacao-expositiva-mike-bullmore/
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sábado, 3 de maio de 2014
NÃO SEI TRANSMITIR A MENSAGEM QUE RECEBI...
Creio que você sabe qual é a sensação...
Recebeu uma mensagem da parte de Deus, ao ler um texto bíblico, ou ao orar, ou ao ouvir alguém pregando. Tem uma idéia do que falar, mas não sabe dispor em forma de pregação.
Ou então, toda a empolgação inicial, quando preparava a mensagem
não obteve o resultado que você esperava. Quem sabe, a igreja ficou olhando para você, sem entender o que você queria falar, e você ficou frustrado(a), até mesmo decepcionado consigo mesmo(a).
Mas não se desespere: isto não aconteceu somente com você! Posso lhe dizer que, pelo menos em sua maioria, os pregadores que você admira já passaram por isso!
Sabe o que faltou para você?
Técnica! Sim, isto mesmo: técnica.
(Sei que parece até sacrilégio falar isso, mas a verdade nua e crua é essa: faltou técnica!)
E esta sensação é muito pior para aqueles que saíram do curso teológico... apesar uma das matérias ser justamente a homilética, mas eles não conseguem transmitir a mensagem que receberam...
Isto aconteceu comigo! Estava cursando teologia, mas nem a prova de homilética eu consegui responder, questões tão simples, mas que eu, apesar de ter participado das aulas, não compreendia...
Mas o que eu fiz: fui atrás, pesquisei, li vários livros de homilética, nacionais e internacionais. Também passei a acompanhar atentamente os grandes pregadores, gravando em áudio e vídeo suas pregações, e depois, dissecando-as, encontrando suas estruturas homiléticas. E assim, não somente aprendi, como me tornei um professor dessa matéria, apaixonado que fiquei por ela!
Você também pode aprender, não somente a teoria, como a prática!
Este é o meu intento na formação desse grupo, na publicação desse blog.
Quero compartilhar o conhecimento que adquiri nesses anos, não somente de escola, mas também a experiência de púlpito, pregando e ensinando a Palavra de Deus.
Por tanto, convido você a participar do meu grupo no facebook, através deste link:
https://www.facebook.com/groups/270750176438460/
Preciso de sua ajuda: imagine que vamos tomar um café juntos. O que você me perguntaria nessa nossa conversa particular? Quais são suas dúvidas na homilética e na oratória?
As suas respostas me ajudarão a direcionar a série de vídeo-aulas e e-books que estarei disponibilizando GRATUITAMENTE neste blog.
Então, o que está esperando? Inscreva-se agora, me siga neste blog, e então
VAMOS CRESCER JUNTOS NA ARTE DE PREGAR!
Espero você!
http://youtu.be/C8L3ioNI3qs
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